sábado, 21 de maio de 2011
Insônia
Mais um dia o sol anuncia,
E por que ainda não dormi?
Café, pão, uniforme, mochila...
Ah, não. Ainda estou deitado aqui.
Ah, quase consigo adormecer.
Que pena, foi só um sonho,
Não adianta nem a posição mexer,
Tenho que levantar já em pouco.
Nem mais sinto sonolência,
Deito, durmo, morro e acordo
(Nem sempre nesta sequência)
E o tempo eu estorvo.
Há dias que o mundo sozinho vive-se,
E maldigo a noite que vira dia,
E a vida que o tempo come,
Na sua natural divina covardia.
Amanhã (que já é hoje),
Serei obrigado a viver
Mas tão rápido o sol nasce
E eu que só queria adormecer.
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